Ho’oponopono – Limite Zero – Como Fazer a Limpeza de Memórias?

Ho’oponopono – Limite Zero – Como Fazer a Limpeza de Memórias?

Eu amo ler, e alguns livros simplesmente fazem com que despertamos e tenhamos alguns insights. E o livro Limite Zero do Joe Vitale foi essencial para que eu despertasse e tivesse muitos insights, por isso, resolvi fazer um resumo sobre o Ho’oponopono – Limite Zero que lhe ensinará a fazer a limpeza de memórias. 

Se você anda trabalhando demais e está estressado, faz o melhor que pode, mas sente-se frustrado e com dificuldade para alcançar o sucesso profissional ou pessoal, se você está com a impressão de que se esforça, mas nunca chega a lugar algum, talvez o problema esteja dentro de você, e não no mundo externo.

O livro limite zero, apresenta um modo simples e comprovado de driblar essas limitações autoimpostas, para que seja possível conquistar tudo com que se sonhou.

O ho’oponopono é uma técnica capaz de remover os obstáculos mentais que bloqueiam o caminho, deixando a mente livre para encontrar maneiras novas e inesperadas de obter o que se deseja.

O que é ho’oponopono?

É um sistema havaiano de cura que significa “reparar” ou “corrigir” um erro. De acordo com os antigos havaianos, o erro nasce de pensamentos contaminados por memórias dolorosas do passado. Então, a prática do ho’oponopono nos oferece uma maneira de liberar a energia desses pensamentos dolorosos, ou erros, que podem causar o desequilíbrio e a doença.

A paz começa comigo. Os meus problemas são memórias que se repetem no meu subconsciente. Os meus problemas não têm nada a ver com uma pessoa, lugar ou situação. Quando vivencio problemas de memórias reencenadas, tenho uma escolha. Posso permanecer envolvido com elas ou posso pedir à Divindade que as liberte por meio de transmutação, devolvendo assim a minha mente ao seu estado original de vazio… de ser livre de memórias. Quando estou livre de memórias, sou o meu Eu Divino como a Divindade me criou à sua exata semelhança. 

Quando o meu subconsciente se encontra no estado zero, ele é intemporal, ilimitado, infinito, imortal. Quando as memórias dominam, ele fica retido no tempo, no lugar, nos problemas, na incerteza, no caos e no pensamento, além de preocupado em enfrentar e administrar as dificuldades. Ao permitir que as memórias assumam o controle, renuncio tanto à clareza mental quanto à minha harmonia com a Divindade. Sem harmonia, não há inspiração, não existe Propósito.

Quando trabalho com a divindade, as memórias transmutadas no meu subconsciente são transmutadas no subconsciente de todas as mentes, não apenas no das pessoas, mas também no subconsciente dos reinos mineral, animal e vegetal, bem como no de todas as formas de existência visíveis e invisíveis. Como é maravilhoso constatar que a paz e a liberdade começam comigo.

O ho’oponopono baseia-se na ideia de que somos 100% responsáveis pela nossa vida, isso significa que tudo na nossa vida – pelo simples fato de estar na nossa vida – é nossa responsabilidade. Em um sentindo literal, o mundo inteiro é nossa criação.

Se você assumir uma completa responsabilidade pela sua vida, tudo que você vir, ouvir, provar, trocar ou de alguma forma experimentar é sua responsabilidade porque está na sua vida. Isso significa que cabe a você curar os terroristas, o presidente, a economia – enfim, tudo o que você experimenta e não gosta. Eles só existem, por assim dizer, como projeções que vêm de dentro de você.

O problema não é com eles e sim com você. E para mudá-los, você precisa mudar a si mesmo. Eu sei que é difícil de entender, quem dirá aceitar ou efetivamente viver a ideia. A culpa é bem mais fácil do que a total responsabilidade. Mas a cura no ho’oponopono significa amar a si mesmo. Se você quer melhorar a sua vida, você precisa curar a sua vida. Se você quer curar uma pessoa – até mesmo um criminoso que sofre de uma doença mental -, você o faz curando a si mesmo.

Amar a si mesmo é a melhor forma de você se aprimorar. E à medida que se aprimora, você melhora o seu mundo.

Tudo consiste em ter 100% de responsabilidade por tudo na nossa vida: absolutamente tudo. O seu trabalho envolve a purificação de si mesmo. Só isso. Enquanto você se purifica, o mesmo acontece com o mundo, porque você é o mundo. Tudo fora de você é uma projeção e uma ilusão. 

Assumir 100% de responsabilidade não quer dizer que você será uma pessoa boazinha e conivente com os erros alheios. Quer dizer que você terá a oportunidade de assumir 100% de responsabilidade pelo que você está sentindo em relação a uma situação ou pessoa, e você poderá escolher ficar refém dessa situação ou pessoa, ou simplesmente limpar tudo isso para ter paz. Você assume 100% de responsabilidade por sentir ódio do seu/sua ex namorado(a), por exemplo, e escolherá limpar ou ficar refém desse ódio.

Quando você assume 100% de responsabilidade por algo que sente, você passa a entender que essa situação ruim chegou até você porque você atraiu isso para a sua vida, para poder limpar e purificar tal situação. É apenas uma memória lhe dando oportunidade de usar o ho’oponopono para limpá-la.

Você é 100% responsável pelo que sente, por atrair tal situação para a sua vida, portanto, sabendo disso, você simplesmente limpa e volta a ter paz. Quando você está em paz, você se conecta com o Divino e recebe inspirações, não tem como receber inspirações tendo memórias, por isso, com a prática do ho’oponopono você tem a oportunidade de limpar essas memórias para se conectar com o Divino.

Nós temos duas maneiras de viver a vida, a partir da memória ou da inspiração. As memórias são antigos programas que voltam a ser executados; a inspiração é o Divino transmitindo a nós uma mensagem. Precisamos viver a partir da inspiração. A única maneira de ouvir o Divino e receber inspiração é limpando todas as memórias. A única coisa que precisamos fazer é uma limpeza.

O Divino é o nosso estado zero – é onde temos limite zero. Não há memórias. Não existe identidade. Nada além do Divino. Na nossa vida, temos momentos em que visitamos o estado de limite zero, mas na maior parte do tempo o que está se manifestando é lixo – o que é chamado de memórias.

Existem simplesmente quatro declarações que dizemos repetidamente, sem parar, dirigindo-as ao Divino:

*Eu te amo.*

*Sinto muito.*

*Por favor, me perdoe.*

*Obrigado.*

Essas quatro declarações simplesmente purificam as memórias ou lixos mentais que guardamos em nosso consciente ou subconsciente.

Tudo o que buscamos e tudo o que experimentamos – tudo – está dentro de nós. Se você quiser mudar alguma coisa, faça-o interiormente, não externamente. A ideia como um todo é total responsabilidade. Ninguém é culpado. Tudo é você. Você precisa assumir 100% de responsabilidade pelo que sente diante de tal situação. Quando você assume essa responsabilidade, é mais fácil você purificar um problema e mudá-lo, ao invés de ficar reclamando e falando mal dele.

O dr. Hew Len, mestre principal do ho’oponopono moderno, trabalhou em um hospital psiquiátrico, onde tinham estupradores e assassinos. Ele examinava as fichas dos pacientes, e sentia a dor dentro dele ao ler nas fichas os crimes que eles cometeram, mas o dr. Hew Len entendeu que essa dor era uma memória compartilhada com eles. Esses criminosos estavam agindo a partir de uma memória ou programa, eles não tinham controle. Estavam presos em um programa. Então, o dr. Hew Len assumiu 100% de responsabilidade pelo que ele sentia perante aquela situação e ao invés de julgar e falar mal daqueles criminosos, ele foi fazendo a limpeza pronunciando as quatro declarações do ho’oponopono, assim, ele foi dissolvendo o programa que compartilhava com os criminosos.

O dr. Hew Len nunca atendeu profissionalmente os pacientes em um ambiente terapêutico. Ele só examinava as fichas dos criminosos e, enquanto o fazia, dizia em silêncio para o Divino: “Eu te amo, sinto muito, por favor, me perdoa e obrigado.” Ele estava fazendo o que sabia fazer para ajudar os pacientes a voltar ao estado de limite zero. Enquanto o dr. Hew Len fazia isso dentro de si mesmo, os pacientes ficavam curados. 

O ho’oponopono é simplesmente um processo de solucionar problemas. Mas ele é feito inteiramente dentro de você. A essência do ho’oponopono é o amor.

Esse processo novo e aprimorado do hooponopono foi criado por Morrnah, a amada kahuna, conhecida como “fazedora de milagres”, que ensinou o seu método ao dr. Hew Len em novembro de 1982. O dr Hew Len ficou com Morrnah até o ano de 1992, que foi o ano da morte dela.

O hooponopono na realidade é muito simples. Para os antigos havaianos, todos os problemas começam como pensamentos. No entanto, ter um pensamento não é o problema. Então qual é o problema? O problema é que todos os nossos pensamentos estão impregnados de memórias dolorosas – memórias de pessoas, lugares ou coisas. 

O intelecto atuando sozinho não consegue resolver esses problemas, porque o intelecto apenas administra. Administrar as coisas não é uma maneira de resolver problemas. É preciso abandoná-los. Quando fazemos ho’oponopono, o que acontece é que a Divindade pega o pensamento doloroso e o neutraliza ou purifica. Não purificamos a pessoa, o lugar ou a coisa. Neutralizamos a energia que associamos a essa pessoa, lugar ou coisa. Assim, o primeiro estágio do ho’oponopono é a purificação dessa energia.

Agora, uma coisa maravilhosa acontece. Essa energia não é apenas neutralizada; ela também é liberada, de modo que temos uma tábua rasa. Os budistas a chamam de vazio. O passo final é permitir que a Divindade se aproxime e preencha o vazio com luz.

Para fazer hooponopono, você não precisa saber qual é o problema ou o erro. Tudo o que você tem que fazer é notar qualquer problema que você esteja vivenciando, seja ele físico, mental, emocional ou de qualquer outro tipo. Depois que você discernir o problema, a sua responsabilidade é começar imediatamente a limpar, purificar, dizendo: “Sinto muito, por favor, me perdoa, eu te amo, sou grato(a).”

A prece que Morrnah dizia para curar as pessoas, quer estivesse pessoalmente com elas ou não é a seguinte:

“Divino Criador, Pai, Mãe, filho – todos em um.
Se eu, a minha família, os meus parentes e os meus ancestrais ofendemos a ti, sua família, seus parentes e seus ancestrais em pensamentos, palavras, fatos e ações, desde o início de nossa criação até o presente, nós pedimos o seu perdão… Permita que isto se limpe, purifique, libere, interrompa todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas, e transmute essas energias indesejáveis em uma luz pura… E está feito.”

Essa prece se baseia no perdão. Morrnah, e agora o dr. Hew Len, sentiam que ao pedirmos perdão a nós mesmos, limpávamos o caminho para que a cura se manifestasse. O que estava bloqueando o nosso bem-estar nada mais era do que a falta de amor. O perdão abria a porta que permitia que o amor voltasse a entrar.

Temos que assumir 100% de responsabilidade pela nossa vida – sem exceções, sem desculpas, sem brechas.

Se você quiser resolver um problema, trabalhe em si mesmo. Se o problema é com outra pessoa, por exemplo, apenas pergunte a si mesmo: “O que está acontecendo em mim que está fazendo com que essa pessoa me aborreça?” As pessoas só aparecem na sua vida para aborrecê-lo. Se você estiver consciente disso, poderá tornar qualquer situação mais elevada. Como? É simples: “Sinto muito por qualquer coisa que esteja acontecendo. Por favor, me perdoa.”

O dr. Hew Len explica que, se somos um massoterapeuta ou quiroprático, por exemplo, e alguém nos procura com dor nas costas, a pergunta a ser feita é: “O que está acontecendo dentro de mim que se manifesta como dor nas costas desta pessoa?”

Esta é uma maneira perturbadora de contemplar a vida. Ela provavelmente explica, em parte, como o dr. Hew Len foi capaz de curar todos aqueles criminosos que sofriam de doenças mentais. Ele não trabalhou neles; trabalhou em si mesmo.

O dr. Hew len passou então a explicar que no fundo somos todos puros; somos desprovidos de programas, memórias ou até mesmo de inspirações. Esse é o estado zero, onde não existe limite. No entanto, à medida que vamos vivendo, adquirimos programas e memórias, quase como as pessoas pegam um resfriado. Não somos maus quando pegamos um resfriado, mas temos que fazer o que é necessário para ficar livres dele, para nos purificarmos. Quando vemos um programa em outra pessoa, nós também o temos. A saída é a limpeza, a purificação.

Qualquer pessoa disposta a ser 100% responsável por criar a sua vida da maneira como ela é de momento a momento tem uma saída para os problemas e para a doença.  No antigo processo de cura havaiano do ho’oponopono, a pessoa pede ao Amor que corrija os erros dentro dela. Ela diz: “Sinto muito, por favor, me perdoe pelo que está acontecendo dentro de mim que se manifesta como o problema.” A responsabilidade do Amor é então transmutar os erros dentro da pessoa que se manifestam como o problema.”

O ho’oponopono não encara os problemas como uma provação e sim como uma oportunidade. Os problemas são apenas memórias reencenadas do passado que se manifesta para nos conceder mais uma oportunidade de enxergar com os olhos do amor e agir a partir da inspiração.

A maioria das pessoas, sem sombras de dúvidas, vivem a partir de memórias. Não temos consciência dessas memórias porque somos basicamente inconscientes, e ponto final.

O Divino envia uma mensagem para a nossa mente. Mas se memórias estiverem sendo reproduzidas – o que quase sempre é o caso – não conseguiremos ouvir a inspiração, muito menos agir em função dela. Como resultado, a Divindade não consegue fazer penetrar uma única palavra, pois estamos ocupados demais com o barulho que está tendo lugar na nossa cabeça para podermos escutar alguma inspiração.

A inspiração vem do Divino, mas a memória é um programa no inconsciente coletivo da humanidade. Um programa é como uma convicção, uma programação que compartilhamos com outras pessoas quando a notamos nelas. O nosso desafio é remover todos os programas para voltarmos ao estado zero, no qual a inspiração pode surgir.

O dr. Hew Len passou muito tempo explicando que as memórias são compartilhadas. Quando você detecta uma coisa de que não gosta em outra pessoa, ela também está em você. A sua tarefa é purificá-la. Quando você fizer isso, ela também deixará a outra pessoa. Na realidade, com o tempo ela abandonará o mundo.

“Ao fazer o ho’oponopono você limpa, purifica a origem dos problemas, que são as recordações, as memórias, a repetição de programas, crenças, condicionamentos em sua mente. Neutraliza a energia que você associa à determinada pessoa, lugar, situação ou coisa. No ho’oponopono não há culpado, não é necessário reviver sofrimento, não importa saber o porquê do problema, de quem é a culpa, nem a sua origem. Sem os filtros da programação de família, antepassados, crenças, cultura e mídia, a pessoa aos poucos descobre que é completa em si mesma!  Você começa a realizar seus sonhos e não seus medos. Amor, felicidade, prosperidade, abundância e coisas boas em sua vida, não são recompensas que você precisa lutar para conseguir – isso tudo é o estado natural do seu ser.”

Ho’oponopono – Oração Original

Divino Criador, Pai, Mãe, filho – todos em um.
Se eu, minha família, os meus parentes e antepassados ofendemos Sua família, parentes e antepassados em pensamentos, fatos ou ações, desde o início de nossa criação até o presente, nos pedimos o Seu perdão. Deixe que isto se limpe, purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas. Transmute essas energias indesejáveis em pura LUZ. E assim é.
Para limpar o meu subconsciente de toda a carga emocional armazenada nele, digo uma e outra vez durante o meu dia as palavras-chave do Ho’oponopono.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Declaro-me em paz com todas as pessoas da Terra e com quem tenho dívidas pendentes. Por esse instante e em seu tempo, por tudo o que não me agrada de minha vida presente
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Eu libero todos aqueles de quem eu acredito estar recebendo danos e maus tratos, porque simplesmente me devolvem o que eu fiz a eles antes, em alguma vida passada.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Ainda que me seja difícil perdoar alguém, sou eu quem pede perdão a esse alguém agora, por este instante, em todo o tempo, por tudo o que não me agrada em minha vida presente.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por este espaço sagrado que habito dia-a-dia e com o qual não me sinto confortável.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Pelas difíceis relações das quais guardo somente lembranças ruins.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Por tudo o que não me agrada na minha vida presente, na minha vida passada, no meu trabalho e o que está ao meu redor, Divindade, limpa em mim o que está contribuindo com minha escassez.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Se meu corpo físico experimenta ansiedade, preocupação, culpa, medo, tristeza, dor, pronuncio e penso: Minhas memórias, eu te amo! Estou agradecido pela oportunidade de libertar vocês e a mim.
EU SINTO MUITO, ME PERDOE, EU TE AMO, SOU GRATO.
Neste momento, afirmo que TE AMO. Penso na minha saúde emocional e na de todos os meus seres amados… TE AMO.
Para minhas necessidades e para aprender a esperar sem ansiedade, sem medo, reconheço as minhas memórias aqui neste momento.
SINTO MUITO, TE AMO.
Minha contribuição para a cura da Terra:
Amada Mãe Terra, que é quem Eu Sou…
Se eu, a minha família, os meus parentes e antepassados te maltratamos com pensamentos, palavras, fatos e ações desde o inicio de nossa criação até o presente, eu peço o Teu perdão deixa que isso se limpe e purifique, libere e corte todas as memórias, bloqueios, energias e vibrações negativas, transmute estas energias indesejáveis em pura LUZ e assim é.
Para concluir, digo que esta oração é minha porta, minha contribuição, à tua saúde emocional, que é a mesma minha,  então, esteja bem. E na medida em que você vai se curando eu te digo que…
Eu sinto muito pelas memórias de dor que compartilho com você.
Te peço perdão por unir meu caminho ao seu para a cura.
Te agradeço por estar aqui para mim…
E TE AMO por ser quem você é.

“O mundo é um reflexo de quem somos, que somos todos um, que tudo começa e termina em nós”.

Com amor e leveza,

Mônica Motta.

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Ho'oponopono - Limite Zero - Como Fazer a Limpeza de Memórias?
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Mônica Motta

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Eu sou Mônica Motta, catarinense, bacharel em direito por formação e empreendedora digital por amor.

Website: http://levezanaalmaa.com

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